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CONMEBOL

Alfaro: "Foi fundamental marcar os volantes e romper a defesa"

Alfaro: "Foi fundamental marcar os volantes e romper a defesa"

O técnico do Equador, o argentino Gustavo Alfaro, assegurou nesta terça-feira após o triunfo por 4-2 sobre Uruguai que foi fundamental trabalhar nas costas dos meio-campistas para poder quebrar a forte defesa celeste, e ressaltou, também, a pré-disposição dos seus jogadores.

"Entendíamos que a resolução do jogo estava em botar velocidade e ter a precisão de colocar a bola nas costas dos volantes centrais deles. Por sorte, conseguimos", disse Alfaro em uma rodada de imprensa virtual ao terminar a segunda jornada das eliminatórias para o Mundial Qatar 2022.

Seus dirigidos interpretaram bem essa ideia de "fortalecer uma equipe que precisava de velocidade e presença física em uma zona onde Uruguai é muito forte, que é no seu bloque defensivo".

"Minha ideia foi pôr quatro jogadores adaptados à altura em uma zona onde para mim ia ser definido o jogo (perto da outra zona), por isso, colocar Ángel Mena, Romario Ibarra, Michael Estrada, Moisés Caicedo, era rodeá-los dos que estejam habituados à velocidade, ao tempo da bola na altura, às modificações de ritmo".

Equador, que apenas começa a consolidar sua seleção com Alfaro como técnico, derrotou hoje o Uruguai em um jogo veloz e eficiente disputado no estádio Rodrigo Paz de Quito.

O técnico equatoriano insistiu que a "chave" de sua ideia foi "deixar Enner Valencia totalmente em uma posição de ataque junto com Estrada para trabalhar nas costas de Rodrigo Bentancur, somando a isto dois laterais que têm uma condição atlética impressionante como Ángelo Preciado e Pervis Estupiñán".

Após marcar quatro gols ao Uruguai, Alfaro mostrou sua confiança na nova geração de jogadores equatorianos.

"É uma geração de jovens muito importante, por isso, desde que tive a ocasião de estar com eles tentei transmitir meus pensamentos, sentimentos e sonhos, o mesmo que eles tinham para tentar formar essa sociedade paciente e competitiva para ir para cima", disse.

 

 

EFE