Cree en grande.
CONMEBOL

Cinco anos depois do voo imortal do "Condor" Calero

×

Menssagem de erro

Notice: Undefined index: und em eval() (linha 1 de /data/www.conmebol.com/public_html/sites/all/modules/views/plugins/views_plugin_argument_default_php.inc(53) : eval()'d code).
Cinco anos depois do voo imortal do "Condor" Calero

Esta última segunda-feira marcou o quinto aniversário da morte do goleiro colombiano Miguel Calero, lembrado por sua grandeza humana dentro e fora do campo, destacou-se em clubes como Deportivo Cali, Atlético Nacional e Pachuca do México, além da equipe colombiana, com 55 atuações.

A vida de Calero poderia ser resumida em uma metáfora de seu comportamento sob o arco com seu caráter calmo, esculpido com uma extraordinária humildade e grande companheirismo, conforme definido por seu amigo Víctor Hugo Aristizábal.

"Embora ele fosse um dos melhores goleiros do país, ele era ainda melhor como pessoa", declarou o atacante, um companheiro de "Condor" da Seleção colombiana.

"Ele era um arqueiro difícil de enfrentar. Quando joguei no Atlético Nacional e ele jogou no Deportivo Cali, sempre foi difícil derrubá-lo porque mostrava confiança, impedia com facilidade e sua estatura também exigia respeito", lembra o atacante.

Calero nasceu em 14 de abril de 1971 em Genebra, município do departamento do Valle del Cauca, na Colômbia. Apelidado "Condor" ou "O Show" pelas suas estranhas saídas da área ao estilo de René Higuita, apesar de ser quase duas vezes maior (1,90m).

Ele estreou profissionalmente no clube desaparecido Sporting de Barranquilla em 1987. De lá, ele foi ao seu clube escola, o Deportivo Cali, onde sua performance foi decisiva na temporada de 1996, para acabar com a seca de 22 anos sem título para a equipe verde de Calí.

A partir daí, ele foi contratado pelo poderoso Atlético Nacional, mas seria no México onde encontraria sua casa, no ano 2000, contrataado pelo Pachuca, uma equipe com a qual ele alcançou a glória continental, com a conquista da CONMEBOL Sul-Americana.

Cinco anos após a sua partida, seus bloqueios, momentos históricos e legado estão mais presentes do que nunca em nossos corações. Obrigado por tanto 'Condor'!. #ElÚnicoEnMi pic.twitter.com/mnQwrBuO8e

— Club Pachuca (@Tuzos) 4 de dezembro de 2017

-O show deve continuar-

Depois de triunfar no Cali, ele também brilhou no Atlético Nacional e foi líder na equipe da Colômbia. Mas, sem dúvida, seu ótimo lugar no mundo foi Pachuca de México, onde desempenhou de 2000 a 2011.

Lá, ele ganhou quase tudo o que disputou (Campeonato Mexicano, CONMEBOL Sul-Americana e Concacaf Champions League), consagrando-se um ídolo desta torcida.



Em 2012, após sua retirada com grande estilo, Miguel estava confortável trabalhando no Pachuca como treinador de arqueiros, ao mesmo tempo que dedicava todo o seu amor à esposa Sandra Sierra e seus dois filhos, Miguel Ángel e Juan José.

Até que a trombose ocorreu e o 'Show' teve um final inesperado: a morte. Cinco anos depois desse fatídico dia 4 de dezembro, Sandra, sua esposa por mais de 20 anos, diz que ainda não se recuperou da perda.

-Anedota de "loucos"-

O "Condor" teve 55 atuações com a seleção colombiana, mantendo sempre um nível preponderante, inclusive usando a fita do capitão.

Uma anedota bem lembrada ocorreu na Copa América do Paraguai em 1999, quando o atacante argentino Martin Palermo perdeu três pênaltis consecutivos nas mãos de Miguel Calero.

Dois tiros desviados e uma grande cobertura do goleiro colombiano significaram a vitória 3-0 da equipe Tricolor.

 

 

 

CONMEBOL.com