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“É fundamental formar uma equipe unida no aspecto individual”

“É fundamental formar uma equipe unida no aspecto individual”

Diego Giustozzi

O treinador da seleção argentina campeã do Futsal Colômbia 2016, Diego Giustozzi, compartilhou nesta sexta-feira a sua experiência no Campeonato Mundial de Futsal: "É fácil o 'copiar e colar' hoje em dia, mas eu tenho um esquema que é importante planejar" no marco do último dia do curso de futuros instrutores CONMEBOL de Futsal e Beach Soccer.

"A chave foi formar uma equipe unida sobre o individual, e tentar explorar as virtudes e melhorar trabalhando nos defeitos. Eu sabia que se fosse a um mundial e escolhesse os 14 melhores jogadores argentinos seria o mesmo de sempre, é por isso que planejei e formei a melhor equipe e não uma simples seleção. Porque só como equipe poderíamos vencer as melhores seleções", revelou Giustozzi para a audiência.

O jovem técnico fez história com a Albiceleste meses atrás, conquistando a primeira Copa do Mundo para a Argentina: "é muito importante o planejamento, eu planifiquei por um mês, não porque pensava em ganhar o título, mas sim pensando em jogar para ganhar". 

mas, primeiro, cada jogador deve ter seu papel, pelo menorno Campeonato do Mundo de Futsal Colômbia 2016, recebendo a primeira Copa do Mundo para a Argentina, "O planejamento é muito importante. Eu fiz isso por um mês, e não porque ele pensou que ganhar o título, mas porque pensar jogo para ganhar. "

Outra chave para o treinador argentino é o papel do jogador, "não a base de quem é melhor nem quem é pior, mas dependendo da leitura que um dá ao jogo."

"Obviamente, o jogo vai dizendo como você tem que enfrentar, mas, primeiro, cada jogador deve ter seu papel, pelo menos no meu time há sempre um último homem, lateral defensivo e ofensivo, um pivô, a menos que - repito- que as circunstâncias de jogo vão mostrando como você tem que enfrentá-lo, mas minha equipe sempre se baseia em funções mais do que posições", explicou.

Para Giustozzi é importante o estudo dos rivais durante os sorteios, para o emprego tático já que “não é o mesmo jogar contra uma equipe sul-americano que contra um europeu. Muda a tática individual e coletiva, além da força e a intensidad”.

“Yo creo que ellos nos superan en fuerza e intensidad pero nosotros los sudamericanos los superamos en la técnica, atrevimiento y en improvisación  –es mi opinión-. Entonces de acuerdo a los rivales que nos tuvimos que enfrentar yo tomé decisiones, soy consciente que he dejado fuera a excelentes jugadores que jugaron las eliminatorias, pero que para mí aún le faltaban esa fuerza e intensidade, já que sabia que os rivais diretos eram os europeus”, contou.

Protagonismo ao jogador 

Como presente para os ouvintes, o técnico campeão revelou uma “pérola” de sua experiência: “Eu sempre dei protagonismo aos meus jogadores, já que eu também fui. Então pessoalmente me encarreguei de ver lugares mais bonitos de concentração, onde sabia que os atletas se relaxariam com praias e hoteis confortáveis”.

Além disso contou que não reproduziu videos motivacionais na semifinal e final “porque não queria que meus jogadores passassem de revoluções, sobre todos os jóvens, já que o componente psicológico é transcendental nestas instâncias. ¡O importante é a convicção!”.

 

 

 

 

 

Fotos: Néstor Soto

CONMEBOL.com