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CONMEBOL

Galería histórica

Las imágenes que construyeron la grandeza de América del Sur

El fútbol de América del Sur se construyó con generaciones de futbolistas y dirigentes que catapultaron al bien llamado “continente del fútbol”, al primer mundo de la excelencia.

Nadie podrá discutir la contribución de Sudamérica en el desarrollo del balompié universal, con personajes célebres, que peldaño a peldaño alcanzaron notoriedad, en base al sacrificio e integridad, constituyéndose en mensajeros del juego limpio, desde siempre…

CONMEBOL.com rinde su homenaje a miles de hombres y mujeres que con devoción tributaron, en el día a día, el más genuino sentimiento de pertenencia, exhortando la magnanimidad del fútbol como herramienta de convivencia pacífica, respeto y solidaridad y mejor calidad de vida entre los seres humanos.

O argentino do Montevideo Wanderers, Miguel Ángel Ortiz, um precursor. Foi o primeiro goleiro em converter um pênalti. Marcou sobre Unión Huaral em 5 de abril de 1975 no Estádio Nacional de Lima.
Eduardo Retat, Raúl Emilio Vilarete e Francisco Pacho Maturana, insígnias do Atlético Nacional da Colômbia. O time de Medellín ficou fora da fase de grupos por só um ponto.
A ofensiva do Independiente, que conseguiu a inédita marca de quatro Copas Libertadores consecutivas: (da esq. a dir.) Daniel Bertoni, Rubén Galván, Ricardo Ruiz Moreno, Ricardo Bochini e Luis Giribert.
Libertadores 1975: 11 participantes - Campeão: Independiente (Argentina) Vice-campeão: Unión Española (Chile)
Cruzeiro cortou um seca de 13 anos sem que clubes brasileiros ganhem a Libertadores com uma equipe de estrelas: Darci Menezes, Wilson Piazza, Morais, Nelinho, Vanderlei y Raul. Eduardo, Zé Carlos, Palhinha, Jairzinho e Joãozinho.
A alma do Millonarios, Wellington Ortiz (centro), com Miguel Converti e Humberto Ballesteros.
César Cueto, o "Poeta da Canhota", um dos máximos ídolos do Alianza Lima (Peru), durante o jogo contra Millonarios de Bogotá (Colômbia), disputado no estádio Alejandro Villanueva da capital incaica.
River vice-campeão 1976: Comelles, Pasarella, Merlo, Perfumo, Héctor López e Pato Fillol; Pedro González, JJ López, Luque, Beto Alonso e Pinino Mas.
Libertadores 1976: 11 participantes - Campeón: Cruzeiro (Brasil) Vicecampeón: River Plate (Argentina)
1972. Unión San Felipe, em sua única Libertadores. Acima: Humberto Tapia, Gastón Alarcón, Manuel Gaete, Wilson Castillo, Marcelo Bellavigna e Boris Canales. Agachados: Manuel Núñez, Antonio Villarroel, Uruguay Graffigna, Víctor Díaz , Rafael Henríquez.
1972. A estreia do Atlético Mineiro na Copa. Em pé: Renato, Humberto Monteiro, Grapete. Vanderlei, Vantuir, Oldair. Abaixo: Ronaldo Humberto Ramos, Darío, Beto e Romeu.
1972. Aldo Pedro Poy, ícone do Rosario Central. O gol que marcou em 1971 motivou um conto brilhante de Roberto Fontanarrosa.
1972. Oriente Petrolero, grande time do futebol boliviano, em 1972 jogou sua primeira Libertadores. Na foto: Dedé, Miguel Antelo, Reynaldo Pedrozo, Ángel Báez, Luisinho e Ricardo Méndez. No fundo, o DT paraguaio, Eliseo Báez.
1971. Alberto Spencer, retorna a Guaiaquil e joga duas temporadas para o SC Barcelona, antes de se aposentar em 1972.
1971. Junior de Barranquilla em sua primeira experiência na Copa. Em pé: H. Segrera, H. Solís, E. Álvarez, P. Vásquez, J. Rubio, E. Castillo. Abaixo: M. Moreno, Ar. Segovia, J. Luis Oyarbide, E. Rivera, A. Salazar.
1971. A caminhonete de Rafael Mendoza, presidente do The Strongest, leva a ilusão do novo time após a tragédia. 'El Tigre' está em pé novamente no palco continental.
1971. Miguel Restuccia (primeiro plano) grande presidente do Nacional de Montevideo. Foi armando o campeão com a paciência de um artesão. Viveu para seu clube.
1971. A história de Raúl Castronuovo na Libertadores é tão breve quanto frutífera: goleador em sua única participação. Igual que Juan Carlos Hohberg,chegou ao Peñarol proveniente do Rosário Central.