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Galeria historica

As imagens que construíram a grandeza da América Do Sul

O futebol sul-americano foi construído através de gerações de jogadores e dirigentes que catapultaram o bem denominado “continente do futebol” ao primeiro mundo da excelência.

Ninguém pode discutir a contribuição da América do Sul no desenvolvimento do futebol universal, com personagens célebres que, de degrau em degrau, alcançaram notoriedade em base ao sacrifício e a integridade, constituindo-se mensageiros do jogo limpo, desde sempre…

CONMEBOL.com presta sua homenagem a milhares de homens e mulheres que, com devoção tributaram, no dia a dia, o mais genuíno sentimento de pertença, exortando a magnitude do futebol como ferramenta de convivência pacífica, respeito, solidariedade e melhor qualidade de vida entre os seres humanos..

1972. Unión San Felipe, em sua única Libertadores. Acima: Humberto Tapia, Gastón Alarcón, Manuel Gaete, Wilson Castillo, Marcelo Bellavigna e Boris Canales. Agachados: Manuel Núñez, Antonio Villarroel, Uruguay Graffigna, Víctor Díaz , Rafael Henríquez.
1972. A estreia do Atlético Mineiro na Copa. Em pé: Renato, Humberto Monteiro, Grapete. Vanderlei, Vantuir, Oldair. Abaixo: Ronaldo Humberto Ramos, Darío, Beto e Romeu.
1972. Aldo Pedro Poy, ícone do Rosario Central. O gol que marcou em 1971 motivou um conto brilhante de Roberto Fontanarrosa.
1972. Oriente Petrolero, grande time do futebol boliviano, em 1972 jogou sua primeira Libertadores. Na foto: Dedé, Miguel Antelo, Reynaldo Pedrozo, Ángel Báez, Luisinho e Ricardo Méndez. No fundo, o DT paraguaio, Eliseo Báez.
1971. Alberto Spencer, retorna a Guaiaquil e joga duas temporadas para o SC Barcelona, antes de se aposentar em 1972.
1971. Junior de Barranquilla em sua primeira experiência na Copa. Em pé: H. Segrera, H. Solís, E. Álvarez, P. Vásquez, J. Rubio, E. Castillo. Abaixo: M. Moreno, Ar. Segovia, J. Luis Oyarbide, E. Rivera, A. Salazar.
1971. A caminhonete de Rafael Mendoza, presidente do The Strongest, leva a ilusão do novo time após a tragédia. 'El Tigre' está em pé novamente no palco continental.
1971. Miguel Restuccia (primeiro plano) grande presidente do Nacional de Montevideo. Foi armando o campeão com a paciência de um artesão. Viveu para seu clube.
1971. A história de Raúl Castronuovo na Libertadores é tão breve quanto frutífera: goleador em sua única participação. Igual que Juan Carlos Hohberg,chegou ao Peñarol proveniente do Rosário Central.
Grata e numerosa presença feminina na edição inaugural da Copa no belo estádio do Gimnasia y Esgrima, bairro de Palermo.
Argentina 1 - Brasil 1. Ataca “Negro” Laguna, rechaça um zagueiro do Brasil que então usava uma estranha camiseta com listras verde e amarelo. Ceder esse ponto custaria o título ao local.
Isabelino Gradín que foi futebolista, atleta, tamborileiro, glória do Peñarol, ganhando uma competição atlética. Figura estelar dos alvores do nosso futebol.
Pascual Somma, ágil e certeiro atacante do Uruguai, presente em seia das primeiras sete edições da Copa e foi campeão em quatro delas.
Juan Domingo Brown, jogador do mítico alumni. Uma glória da primeira época do futebol argentino.
Argentina festeja Copa número 14 no Equador ’93.
Venezuela em sua primeira Copa (1967) e hoje, que peleja com outras aspirações. Na foto: Rey, Vallenilla e Ruberth Morán.
Festa e celebração popular.
Iván Ramiro Córdoba e o cabeçaço de sua vida no gol que deu à Colômbia sua primeira Copa.