Cree en grande.
CONMEBOL

Galería histórica

Las imágenes que construyeron la grandeza de América del Sur

El fútbol de América del Sur se construyó con generaciones de futbolistas y dirigentes que catapultaron al bien llamado “continente del fútbol”, al primer mundo de la excelencia.

Nadie podrá discutir la contribución de Sudamérica en el desarrollo del balompié universal, con personajes célebres, que peldaño a peldaño alcanzaron notoriedad, en base al sacrificio e integridad, constituyéndose en mensajeros del juego limpio, desde siempre…

CONMEBOL.com rinde su homenaje a miles de hombres y mujeres que con devoción tributaron, en el día a día, el más genuino sentimiento de pertenencia, exhortando la magnanimidad del fútbol como herramienta de convivencia pacífica, respeto y solidaridad y mejor calidad de vida entre los seres humanos.

1973 …e dá um chutaço direito que ignora todas as pernas e ante a desesperação de toda a retaguarda chilena atravessa a barreira 'colocolina'. Independiente assegura sua quarta Libertadores.
1973 Além de classificar para a Copa, em 1972. San Lorenzo foi a primeira equipe que ganho os dois torneios argentinos da temporada: Metropolitano e Nacional. Irusta, Díaz, Piris, Heredia e Telch. Figueroa, Ayala, Cocco, Chazarreta, Espósito e Villar.
1973. Enrique “Quique” Wolf passou do Racing ao River em 1973. Um lateral direito ofensivo que no ano seguinte continuou com sua carreira no futebol espanhol.
1972 Oswaldo “Cachito” Ramírez e Percy Rojas lideraram a fila do Universitario no estádio Nacional de Lima. Entre os dois marcaram 12 gols nesta Copa.
1972 Os reflexos de Santoro evitam o gol do Boca Juniors na semifinal da Copa Libertadores de 1965. Levantou quatro vezes o troféu: 1964, ’65, ’72 e ’73.
1973 Os campeões: Raimondo, Comisso, Santoro, Sá, López, Pavoni, Bertoni, Galván, Maglioni, Semenewicz e Mendoza.
1973 O delirio dos torcedores que viajaram a Montevidéu.
1973 O disparo de Carlos Caszely supera o de Miguel Ángel Santoro, porém não ingressa na cerca do Independiente. Umas 70 mil pessoas assistiram a segunda final em Santiago de Chile. O empate sem gols obrigou um jogo de desempate em Montevidéu.
1972. Julio Baylon e Víctor Zegarra integraram o lado direito do incisivo ataque da Alianza Lima.
1972. Universitario de Peru, a inesquecível equipe “Crema”. Em cima: Eleázar Soria, Fernando Cuéllar, César Luna, Carlos Carbonell, Héctor Chumpitaz, Humberto Ballesteros. Em baixo: Juan José Muñante, Percy Rojas, Rubén Techera, Luis Cruzado, Oswaldo Ramí
1972. Ángel Amadeo Labruna conduziu Rosario Central na grande cita sul-americana. Com a equipe auriazul conquistou seu primeiro título como treinador em 1971.
1972. Barcelona chegou invicto nas semifinais. Em cima: W. Cárdenas, J. Paes, M. Pérez, V. Peláez, R. Montoya, E. Saldivia. Abajo: W. Muñoz, J. Bolaños, Nelsinho, P. León, C. Mora. Destacado. Alberto Spencer.
1972. Toninho, nomeado também Toninho Guerreiro, fez 410 gols em sua carreira. Em 1971 ganhou seu quinto título paulista consecutivo. Foi campeão com o Santos, do lado do Pelé, em 1967, 68, 69. Em 70 e 71 somou outros dois títulos com o São Paulo.
O uruguaio Waldemar Victorino, com 6 gols em 12 jogos, proclamou-se artilheiro da edição 1980 da Libertadores. E também marcou o gol sobre o inglês Nottingham que deu ao Nacional o título de campeão Intercontinental.
O argentino do Montevideo Wanderers, Miguel Ángel Ortiz, um precursor. Foi o primeiro goleiro em converter um pênalti. Marcou sobre Unión Huaral em 5 de abril de 1975 no Estádio Nacional de Lima.
Eduardo Retat, Raúl Emilio Vilarete e Francisco Pacho Maturana, insígnias do Atlético Nacional da Colômbia. O time de Medellín ficou fora da fase de grupos por só um ponto.
A ofensiva do Independiente, que conseguiu a inédita marca de quatro Copas Libertadores consecutivas: (da esq. a dir.) Daniel Bertoni, Rubén Galván, Ricardo Ruiz Moreno, Ricardo Bochini e Luis Giribert.
Libertadores 1975: 11 participantes - Campeão: Independiente (Argentina) Vice-campeão: Unión Española (Chile)