Cree en grande.
CONMEBOL

Galería histórica

Las imágenes que construyeron la grandeza de América del Sur

El fútbol de América del Sur se construyó con generaciones de futbolistas y dirigentes que catapultaron al bien llamado “continente del fútbol”, al primer mundo de la excelencia.

Nadie podrá discutir la contribución de Sudamérica en el desarrollo del balompié universal, con personajes célebres, que peldaño a peldaño alcanzaron notoriedad, en base al sacrificio e integridad, constituyéndose en mensajeros del juego limpio, desde siempre…

CONMEBOL.com rinde su homenaje a miles de hombres y mujeres que con devoción tributaron, en el día a día, el más genuino sentimiento de pertenencia, exhortando la magnanimidad del fútbol como herramienta de convivencia pacífica, respeto y solidaridad y mejor calidad de vida entre los seres humanos.

Libertadores 1964: Santos 2 x Independiente 3. Os Rojos deram um grande golpe ao vencer no Maracanã trás estar perdendo 2 a 0.
1964: Deportivo Italia, de Caracas, foi protagonista da primeira participação venezuelana na Libertadores. Em Santiago (foto) manteve 0 a 0 com Colo Colo no primeiro tempo mas no complemento caiu por 4 a 0.
O argentino José Maria Muñoz narrou toda a campanha do Independiente. Desde então a torcida o identifica como "El relator de América". Ano 1964
Colo Colo de 1964 que chegou às semis da Libertadores. Primeiro,à direita, aparece o jovem “Chamaco” Valdez, um craque, autor de três gols nesta copa.
O estádio do Independiente até o início do século XXI. Na segunda final de 1964 albergou 60.000 pessoas. Em 2007 começou a ser reconstruído.
Edgar Baeza e Roberto Sosa (Nacional) fecham o caminho de Mario Rodríguez (Independiente).Libertadores de 1964.
Copa Libertadores 1963: o rei do futebol com os príncipes do gol e do drible: José Sanfilippo e Ángel Clemente Rojas, do Boca Juniors.
Libertadores 1962. Juan C. Oleniak não veste a casaca da seleção argentina e sim a do Racing; na época, o campeão tinha direito de portar o escudo da AFA. Resultado 2 a 2 em Avellaneda contra o Nacional. Quem o freia é Emilio “Cococho” Álvarez.
Copa Libertadores de 1962. Primeira participação do Sporting Cristal do Peru.
1962. José “Pepe” Sasía, em uma demonstração de sua coragem frente ao Santos. De todos modos os brasileiros ganharam naquela tarde a terceira final e conquistando sua primeira Copa Libertadores.
“El Viejo” Osvaldo Panzutto, argentino, goleador da Libertadores 1961, com 4 gols, jogando pelo Independiente Santa Fe. Começou no San Lorenzo em 1948. Era, como se dizia na época, um entreala esquerdo, hábil e inteligente.
1962: Santos campeão da América: Em pé: Lima, Zito, Dalmo, Calvet, Gilmar e Mauro; agachados: Dorval, Mengalvio, Coutinho, Pelé e Pepe.
1960. Camarim do time Jorge Wilstermann. Na maca, Renán López que marcou o gol do empate 1 a 1 com Peñarol na revanche disputada em La Paz. Não alcançou para reverter o 7 a 1 sofrido em Montevidéu. Espera turno Ausberto García.
José Praddaude, juiz argentino, teve a honra de conduzir as primeiras finais da Libertadores. E repetiu no ano seguinte no Peñarol x Palmeiras.
1960. Peñarol 1 - San Lorenzo 1. Norberto Boggio converte de cabeça o gol do time argentino no primeiro enfrentamento em Montevidéu.
Luis Álamos, figura emblemática da direção técnica no Chile, fala com seus dirigidos da “U” chilena em um velho camarim dos anos ’60.
Uma imagem que se repete em cada edição: a Copa atraindo multidões. Estádio “Pueblo Nuevo”, de San Cristóbal, em 4 de março de 2009, Táchira x Boca Juniors.
Marco Antonio Etcheverry, um dos melhores jogadores bolivianos de todos os tempos, vestiu a casaca do Bolívar entre os anos 1990 e 1991. Regressou em 2004 para terminar ali sua carreira.