Cree en grande.
CONMEBOL

Galería histórica

Las imágenes que construyeron la grandeza de América del Sur

El fútbol de América del Sur se construyó con generaciones de futbolistas y dirigentes que catapultaron al bien llamado “continente del fútbol”, al primer mundo de la excelencia.

Nadie podrá discutir la contribución de Sudamérica en el desarrollo del balompié universal, con personajes célebres, que peldaño a peldaño alcanzaron notoriedad, en base al sacrificio e integridad, constituyéndose en mensajeros del juego limpio, desde siempre…

CONMEBOL.com rinde su homenaje a miles de hombres y mujeres que con devoción tributaron, en el día a día, el más genuino sentimiento de pertenencia, exhortando la magnanimidad del fútbol como herramienta de convivencia pacífica, respeto y solidaridad y mejor calidad de vida entre los seres humanos.

Freddy Rincón, volante do América de Cali com grande projeção no ataque, caracterizado por sua boa técnica e performance física. Ano 1991.
1991. Colo Colo 3 Olímpia 0. O jovem Luis Pérez jogou porque não puderam alinhar os atacantes titulares Ricardo Dabrowski e Rubén Martínez. Ele tinha aberto o placar 5 minutos antes de marcar seu segundo gol cujo festejo é digno de um pôster.
Zé do Carmo e Alexis García, capitães do Vasco da Gama e do Atlético Nacional, antes da partida em Santiago do Chile onde o clube colombiano foi local. Ano 1990.
1990. Olímpia 2 Barcelona (Guayaquil) 0. Raúl Vicente Amarilla se antecipa frente ao arqueiro Carlos Morales e ao defensor Freddy Bravo decretando o triunfo na primeira final.
Estádio Paulo Machado de Carvalho, do bairro Pacaembu, palco da segunda final da Libertadores.
Millonarios, surpreendente aparição copeira com uma incrível goleada como visitante na primeira edição da Libertadores.
Copa Libertadores: Final de 1964. O capitão do Independiente entrega uma flâmula a Vladas Douksas, do Nacional. Entre ambos o juiz holandês Leo Horn.
William Martínez ergue a Taça Intercontinental que Peñarol ganhou no jogo ante Benfica,1961. À direita, presidente Gastón Güelfi e o atacante peruano Juan Joya. À sua esq. outro dirigente sustenta a Copa Libertadores sem sua posterior base de madeira.
Detalhe da cinzelagem artesanal da Copa Libertadores da América que mostra os dez escudos dos países membros da Confederação Sul-Americana de Futebol.
Jairzinho e a estampa de uma alma repleta de talento. Na foto, uma cena do Mundial de 1970 conquistado pelo Brasil. Com o Botafogo deslumbrou e nos anos 70 foi o segundo goleador do mundial com 7 tantos. Foi campeão da Libertadores 1976 com o Cruzeiro.
Delegação paraguaia que brilhou no Mundial de 1930. A viagem a Montevidéu foi de barco.
Luis "Doble Ancho" Monti, disputou duas finais da Copa do Mundo. Em 1930 com a seleção argentina e em 1934 com a seleção italiana.
Robinson Álvarez Marín, dirigente do Colo Colo. Organizador do primeiro campeonato de clubes sul-americanos de 1948. Foi o primeiro passo para a Libertadores.
Fernando Morena, sinônimo de gol. O uruguaio marcou inúmeros gols com La Celeste, Peñarol, Boca, Rayo Vallecano e Valencia. 500 tantos... Nasceu em Montevidéu em 2 de fevereiro de 1952. Retirou-se em 1985 com a casaca do Peñarol.
Millonarios de Bogotá ou “El Ballet Azul”. H. Reyes, A. Di Stéfano, A. Pedernera, A. Báez e R. Mourin. Abaixo: F. Zuloaga, J. Ramírez, I. Soria, J. Cozzi, N. Rossi e R. Pini. Foi a época denominada El Dorado do futebol colombiano nos anos 40'.
Seleção Peruana dos Jogos Olímpicos de 1936: Jordán Lavalle, Valdivieso, Arturo Fernández, Castillo e Tovar. Abaixo: Magallanes, Jorge Alcalde, "Lolo" Fernández, Morales e Villanueva.
São Paulo, Campeão Paulista de 1943: Zarzur, Piolín, Virgilio, King, Zezé Procópio, Noronha. Abaixo: Luizinho, Antonio Sastre, Leónidas Da Silva (Diamante Negro), Remo e Pardal.
Barcelona Sporting Club de Guaiaquil, 1926: Guillermo Miñán, Rigoberto Aguirre, Carlos Sangster, Vargas. Manuel Murillo, Otón Márquez de la Plata, Gonzalo Ceballos, José Morla, Pacheco, Criollo e Rafael Viteri.