Cree en grande.
CONMEBOL

Galería histórica

Las imágenes que construyeron la grandeza de América del Sur

El fútbol de América del Sur se construyó con generaciones de futbolistas y dirigentes que catapultaron al bien llamado “continente del fútbol”, al primer mundo de la excelencia.

Nadie podrá discutir la contribución de Sudamérica en el desarrollo del balompié universal, con personajes célebres, que peldaño a peldaño alcanzaron notoriedad, en base al sacrificio e integridad, constituyéndose en mensajeros del juego limpio, desde siempre…

CONMEBOL.com rinde su homenaje a miles de hombres y mujeres que con devoción tributaron, en el día a día, el más genuino sentimiento de pertenencia, exhortando la magnanimidad del fútbol como herramienta de convivencia pacífica, respeto y solidaridad y mejor calidad de vida entre los seres humanos.

William Martínez ergue a Taça Intercontinental, em que Peñarol ganhou do Benfica em 1961. À sua direita, o presidente Güelfi e o atacante peruano Juan Joya. À sua esquerda, outro dirigente sustenta a Libertadores, sem sua posterior base de madeira.
Plantel do Estudiantes de La Plata realiza a “zambullida” em 2009, um rito que se repetiu na última década como uma forma de veneração ao lendário troféu.
1970. Ángel Clemente Rojas, um dos máximos ídolos da história do Boca Juniors, sinônimo de drible, talento e gol. Fez 5 nesta Copa Libertadores.
1970. Ángel Clemente Rojas, um dos máximos ídolos da história do Boca Juniors, sinônimo de drible, talento e gol. Fez 5 nesta Copa Libertadores.
1970. O goleiro paraguaio Arturo Galarza estreava na Copa Libertadores, ante Boca Juniors, defendendo o arco do Bolívar. Seu bom nível e amor pela Bolívia o levaram a se nacionalizar e jogar na seleção nacional.
1970. Imponente marco de La Paz rodeia o estádio Hernando Siles, onde Bolívar caiu ante Boca Juniors 2-3.
1970. Final em Montevidéu. Incrível defesa de Néstor Errea, grande goleiro do arco 'estudiantil'.
La Paz - 1970. Bolívar de Ramiro Blacut (esq.) versus Universitario do argentino Raúl Álvarez. O capitão celeste é um símbolo do futebol boliviano e animou várias edições deste torneio.
1970. Estudiantes de la Plata, o campeão. Acima: C. Pachamé, N. Errea, R. Pagnanini, N. Togneri, O. Pezzano (goleiro suplente), J. Solari, J. Echecopar. Abaixo: M. Conigliaro, C. Bilardo, E. Flores, J. Verón, H. Spadaro.
1970: Peñarol, o vice-campeão. Em pé: Alberto Martínez, Jorge Peralta, Néstor Goncalves, Elías Figueroa, Ricardo Soria, Ariel Pintos. Agachados: Nilo Acuña, Milton Viera, Alfredo Lamas, Ermimdo Onega, Luis Lamberck.
1970. Defensor Arica, do Peru, em sua única participação da Libertadores. De pé: Andrés Zegarra, Manuel Mayorga, Carlos Urrunaga, Carlos Oliva, José Sierra. Abaixo: José Navarro, Julio Tijero, Javier Castillo, Julio Ramírez, O. Sartor, F. Quintana.
Mario Griguol, ponta direita do Wanderers, na capa da revista Estadio, de Santiago do Chile.
1969. A equipe do Nacional de Montevidéu, refletido no álbum de figurinhas, na tradicional formação de 2-3-5.
1970. Onega não chega no cruzamento. O violento canhotaço de Néstor Togneri, disparado desde fora da área, selará o triunfo platense. Foi o único gol das finais.
1969. Classe, força e coragem. Saturnino Arrúa, astro do Cerro Porteño, uma das lendas do futebol paraguaio.
1969. O brasileiro Orlando Fantoni, DT do Deportivo Italia. Freddie Ellie, que esteve sob seu comando na Itália nas campanhas ’67 e ’69 o define como “alguém que marcou uma época no futebol venezuelano”.
Gol do Estudiantes sobre Universidad Católica, em La Plata. Cristian Rudzky e Eduardo Flores comemoram.
1969. César Mario Jacquet, craque do Cerro Porteño, teve longa atuação posterior na Espanha. Também foi diretor técnico de grande trajetória.