Cree en grande.
CONMEBOL

Galería histórica

Las imágenes que construyeron la grandeza de América del Sur

El fútbol de América del Sur se construyó con generaciones de futbolistas y dirigentes que catapultaron al bien llamado “continente del fútbol”, al primer mundo de la excelencia.

Nadie podrá discutir la contribución de Sudamérica en el desarrollo del balompié universal, con personajes célebres, que peldaño a peldaño alcanzaron notoriedad, en base al sacrificio e integridad, constituyéndose en mensajeros del juego limpio, desde siempre…

CONMEBOL.com rinde su homenaje a miles de hombres y mujeres que con devoción tributaron, en el día a día, el más genuino sentimiento de pertenencia, exhortando la magnanimidad del fútbol como herramienta de convivencia pacífica, respeto y solidaridad y mejor calidad de vida entre los seres humanos.

1969. Árbitro colombiano Osmar Delgado, dirigiu a segunda final entre Estudiantes e Nacional, em La Plata.
1969. Ofensiva do Universidad Católica: Esteban Varas, Juan Barrales, Juan Carlos Samari, Sergio Messen e Alberto Fouillioux.
1969. Iroldo Rodrígues de Oliveira, ponta esquerda brasileiro do Deportivo Cali. Fez 13 gols em 13 anos.
Em 1968, Unión Magdalena passou a ser a primeira equipe da Costa Caribe colombiana em sagrar-se campeã de seu país. Assim, o clube da cidade de Santa Marta obteve seu boleto para a Libertadores de 1969, a única que jogou.
1969. Cerro Porteño 0 Universidad Católica 0. Estádio de Puerto Sajonia, grande coliseu do futebol paraguaio.
1969. Santiago Wanderers, time que os chilenos batizaram de “Los panzers”. Acima: L. Acevedo, M. Canelo, E. Herrera, V. Cantatore, M. Ulloa, J. Olivares. Abaixo: J. Torres, E. Porcel de Peralta, R. Bonano, M. Griguol, R. Hoffmann.
1969. Ramón Mifflin, excelente volante central do Sporting Cristal, do Peru. Meio-campista de grande classe, hábil, inteligente, distribuidor de jogo, sempre elogiado por Pelé, com quem foi colega no Cosmos.
1969. Bolívar, de La Paz, o time boliviano com mais participações na Copa Libertadores: 26. Em pé: M. Grimaldo, G. Villarreal, L. Cayo, R. Valenzuela, M. Rojas, R. Párraga. Agachados: R. Blacut, L. Sciacia, R. Rada, E. Tercilla, P. Maldonado.
1968. Linha ofensiva do Palmeiras, a mais goleadora da época: Suingue, Tupãzinho, Servilio, Ademir Da Guia e Rinaldo.
1968. Mariano Mangano, presidente do Estudiantes de La Plata quando o clube conquistou a América e o mundo. Construtor de edifícios em La Plata, foi impulsor da instituição em City Bell.
1969, dianteira do Deportivo Italia da Venezuela. Mario Mateo, Augusto Nitti, Wilson de Almeida, José Alves e Luis Mendoza (com seu filho Luis Enrique).
Haílton Correa de Arruda, conhecido como Manga, grande goleiro do Nacional de Montevidéu. É o brasileiro com mais participações na Copa de 72.
1968. Jorge Bolaños volta a ser o craque na campanha do Emelec.
1968. O jovem Percy Rojas que chegara ao Universitario anotando seus primeiros gols.
1968. A equipe do Deportivo Galicia que conquistou o vice-campeonato venezuelano de 1967 e participou da Copa Libertadores.
1968. Sporting Cristal termina invicto com 5 vitórias e 7 empates.Acima à esquerda, Didi, o técnico brasileiro que levaria o Peru ao mundial de 1970.
1968. Outro debutante: El Nacional do Equador. O clube patrocinado pelas Forças Armadas só tem jogadores equatorianos.
1971. Junior de Barranquilla em sua primeira experiência na Copa. Em pé: H. Segrera, Heriberto Solis, Eliseo Álvarez, Pedro Vásquez, Jesús Rubio, Efraín Castillo. Abaixo: Mario Moreno, Arturo Segovia, Jorge Luis Oyarbide, Eduardo Rivera, Andrés Salazar.