Cree en grande.
CONMEBOL

Galería histórica

Las imágenes que construyeron la grandeza de América del Sur

El fútbol de América del Sur se construyó con generaciones de futbolistas y dirigentes que catapultaron al bien llamado “continente del fútbol”, al primer mundo de la excelencia.

Nadie podrá discutir la contribución de Sudamérica en el desarrollo del balompié universal, con personajes célebres, que peldaño a peldaño alcanzaron notoriedad, en base al sacrificio e integridad, constituyéndose en mensajeros del juego limpio, desde siempre…

CONMEBOL.com rinde su homenaje a miles de hombres y mujeres que con devoción tributaron, en el día a día, el más genuino sentimiento de pertenencia, exhortando la magnanimidad del fútbol como herramienta de convivencia pacífica, respeto y solidaridad y mejor calidad de vida entre los seres humanos.

O baiano Luis Pereira possuia um talento inusual para um defensor; saía jogando com a bola dominada e cometia poucas faltas. Um craque notável. Palmeiras usufruiu bastante do seu talento.
Universitario de Lima, Peru. Em pé: Enrique Casaretto, Juan Muñante, Percy Rojas, Roberto Chale. No centro: Juan Oblitas, Oswaldo "Cachito" Ramírez, Fernando Alva, Ángel Uribe. Abaixo: Percy Vílchez, Víctor Calatayud, Carlos Jurado. Ano 1970.
Ano 1970. Partida em La Paz entre Bolívar de Ramiro Blacut e Universitario do argentino Raúl Álvarez. O capitão celeste é um símbolo do futebol boliviano e animou várias edições da Libertadores.
Libertadores 1970: Onega não chega. A violenta canhotaça de Néstor Togneri, disparada de fora da área, selará o triunfo platense. Foi o único gol das finais.
1968. Palmeiras, grande finalista. Em pé: Geraldo, Valdir, Osmar, Baldochi, Dudu, Ferrari. Agachados: Suingue, Tupãzinho, Servilio, Ademir e Rinaldo.
1968. Primeira participação do Deportivo Cali, um dos clubes mais antigos da Colômbia.
1968. Alberto Fouillioux, craque da Universidad Católica do Chile.
1968. O estádio Centenário albergou pela primeira vez na final da Copa Libertadores. Os times uruguaios haviam disputado 7 finais, que sempre terminaram em outro cenário.
1968. Os surpreendentes campeões: Malbernat, Zubeldía, Manera, Poletti, Spadaro, Conigliaro, Flores. Abaixo: Bilardo, Madero, Ribaudo e Pachamé. Ambiente de confraternidade no vestiário, chave para o sucesso duradouro.
1967. Antes de definir a terceira final da Libertadores, os capitães Luis Ubiña (Nacional) e Oscar Martín (Racing) se cumprimentam diante do trio paraguaia Héctor Ortiz, Hugo Sosa e Rodolfo Pérez.
1968. Esteban Marino, memorável juiz uruguaio. Dirigiu a primeira final em La Plata. Em sua vasta trajetória atuou também no mundial de ’62, em duas edições da Copa América e na final intercontinental do ano anterior.
Libertadores 1968. Malbernat e Ferrari, capitães do Estudiantes e Palmeiras.
1967. Juan Carlos Cárdenas abraça Norberto Raffo, autor de gols decisivos para o Racing Club.
1967. Depois de 180 minutos sem gols Nacional perdeu para o Racing 2-1, em Santiago. A decepção de Julio Montero Castillo. Atrás Víctor Espárrago e José Urruzmendi.
1967. Ataque do Universitario. Calatayud, Chale, Casaretto, Uribe e Lobatón. Em apenas 48 horas na Argentina venceu River Plate e Racing.
1967 Luis Mendoza e Freddy Ellie, capitães e símbolos do Deportivo Italia e Deportivo Galicia. Um clássico venezuelano também na Copa Libertadores.
Após passagem triunfal no time do Millonarios, Gabriel Ochoa Uribe, fez campeão o Independiente Santa Fe e o classificou na Copa Libertadores depois de seis anos de ausência.
1967. Rodolfo Pérez Osorio, árbitro paraguaio do terceiro jogo final da Copa Libertadores disputado em Santiago de Chile.