Cree en grande.
CONMEBOL

Galería histórica

Las imágenes que construyeron la grandeza de América del Sur

El fútbol de América del Sur se construyó con generaciones de futbolistas y dirigentes que catapultaron al bien llamado “continente del fútbol”, al primer mundo de la excelencia.

Nadie podrá discutir la contribución de Sudamérica en el desarrollo del balompié universal, con personajes célebres, que peldaño a peldaño alcanzaron notoriedad, en base al sacrificio e integridad, constituyéndose en mensajeros del juego limpio, desde siempre…

CONMEBOL.com rinde su homenaje a miles de hombres y mujeres que con devoción tributaron, en el día a día, el más genuino sentimiento de pertenencia, exhortando la magnanimidad del fútbol como herramienta de convivencia pacífica, respeto y solidaridad y mejor calidad de vida entre los seres humanos.

Luis Mendoza e Freddy Ellie, capitães e símbolos do Deportivo Italia e Deportivo Galicia. Um clássico venezuelano dos ’60, também na Copa Libertadores.
Primeira final da Libertadores de ’67, em Avellaneda: o racinguista Rubén Díaz luta no ar com Emilio Álvarez e Rogelio Domínguez, do Nacional.
Francisco “Chamaco” Valdés, capitão do Colo Colo. Um dos grandes meio-campistas da história do futebol chileno; jogou nas Copas do Mundo de 1966 e 1974.
Lara FC jogou sua única Libertadores em 1966. Na imagem a camaradagem dos momentos prévios ao segundo jogo totalmente venezuelano.
Universitario de Deportes do Peru. Em pé: Fernández, Zegarra, Fuentes, Arguedas, Cruzado, Fernández; agachados: Lobatón, Chale, Casaretto, Zavala e Calatayud. Ano 1966.
Desde 1966 os vice-campeões nacionais também disputam a Copa Libertadores. 9 de Octubre, de Guayaquil foi o primeiro time vice-campeão a estrear. Foto: plantel antes de partir a Montevidéu para enfrentar Nacional e Peñarol.
Peñarol, campeão de 1966. Em pé: Mazurkiewicz, Tabaré González, Taibo (goleiro suplente), Tito Goncálvez, Varela, Lezcano, Forlán e Máspoli. Sentados: Abbadie, Rocha, Spencer, Cortés e Joya.
Estádio Nacional de Santiago, palco da terceira final da Libertadores de 66.
1965. Pelé, artilheiro da Copa Libertadores.
O paraguaio Juan Graciano “Caí” González, do Guarani. Um atacante fora de série, marcou 12 gols na Libertadores.
Luis Alamos, um dos mais importantes treinadores da história do futebol chileno. Com ele, a U conquistou os títulos de 1962, ’64 e ’65. Classificou a seleção chilena o mundial da Inglaterra ’66 onde a dirigiu.
Libertadores 1965. Deportivo Galicia da Venezuela. Empatou com Peñarol e logo perdeu os pontos.
1964. Nacional perdeu só o último jogo e pela mínima diferença, o que mostra a paridade com o campeão da América Independiente.
Manuel Giúdice dirigiu o Independiente entre 1963 e 1967. O título argentino de ’63 abriu as portas de la Libertadores de ’64 e a conquistou. Em ’65 continuou o costume de bicampeã iniciada por Roberto Scarone (Peñarol) e Lula (Santo).
Celino Mora, memorável atacante do Cerro Porteño e da seleção paraguaia, hábil, veloz e ótimo rematador. Um goleador de estensa trajetória no futebol da Venezuela que também atuou no Equador.
1964. A alegria do time campeão refletida na capa da revista El Gráfico. A Copa Libertadores, em sua quinta edição, era conquistada pela primeira vez por uma equipe argentina.
Vicente Lecaro, um dos melhores zagueiros centrais do futebol equatoriano. Defendeu as cores do Barcelona SC em 336 partidas durante 14 anos. Com a seleção nacional disputou as eliminatórias para os mundiais de ’62, ’66 e ’70.
Millonarios 3 x Alianza Lima 2. Bela imagem do estádio El Campín de Bogotá. Delio Gamboa fez os três gols do time azul. Ano de 1964