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Grêmio faz festa na terra gaúcha

Grêmio faz festa na terra gaúcha
- Uma festa. Antes do jogo e durante o jogo. No campo e nas arquibancadas.
- Um show de música e futebol. Com a mesma audiência na Arena do Grêmio e na televisão.
- Foi assim a primeira final da CONMEBOL LIBERTADORES BRIDGESTONE em Porto Alegre.

O show começou muito antes que a bola começasse a rodar no fantástico estádio Arena do Grêmio.

A capital do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, viveu uma semana antecipada de paixão, enfeitando as ruas, pintando a cidade de preto, branco e azul. Visitando a lendária Copa Libertadores, exibida em um dos salões da Arena do Grêmio.

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— CONMEBOL.com (@CONMEBOL) 21 de novembro de 2017

Quando chegou a hora, a torcida tricolor lotou o estádio e compartilhou com os 4 mil fãs do Lanús o show montado pela CONMEBOL. Desta vez, a festa começou uma hora antes com um fantástico show musical de Michel Teló, que foi acompanhado por 55.188 torcedores do futebol que cantaram, dançaram e vibraram em um dos templos de Porto Alegre, o Arena do Grêmio.

O público, no estádio brasileiro e em milhões de casas, cantou a música Teló e apreciou o novo estilo de final proposto pela CONMEBOL.

Após o festival musical, chegou a hora da bola e das estrelas. Duas equipes excelentes, com estilo e abordagens semelhantes, com uma visão muito parecida de jogo, realizaram uma partida onde a bola quase não parou.

Assim foi o show musical de @micheltelo na #GranFinal na Arena do Grêmio #ConmebolLibertadoresBridgestone pic.twitter.com/34hb1TAD2N

— CONMEBOL.com (@CONMEBOL) 22 de novembro de 2017

Vibrante. Com vai e volta. De toques e dribles. Mais tático do que técnico. Com muita entrega. Para suar as camisas e bater forte o coração.

E com um estádio que rugiu todo o tempo. Cantando, encorajando, gritando. Querendo empurrar sua equipe para dentro do gol.

O objetivo se aproximou em ambas as áreas de perigo, mas especialmente no arco de Andrada, goleiro argentino que joga mais afastado da trave.

O gol chegou aos 83 minutos, obra de Cicero, quando tudo indicava um duelo evasivo.

E o estádio tremeu quando Andrada foi vencido.

A festa foi além da terra gaúcha, gritos que estiveram contidos desde 1995, quando conquistou sua última Libertadores.

Agora, os tricolores sonham ainda mais alto com o tricampeonato.

Lanús saiu com a cabeça alta, otimista que no seu Estádio Fortaleza poderão reverter a diferença mínima.

Mas todos ficaram satisfeitos com o espetáculo, digno de uma final do maior torneio sul-americano de clubes: a CONMEBOL LIBERTADORES BRIDGESTONE.

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