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Morumbi é palco de despedida de Diego Lugano

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Morumbi é palco de despedida de Diego Lugano

O defesa uruguaio Diego Lugano jogou sua última partida no domingo passado com a camisa do São Paulo. Eternamente grato com a torcida, o central de 37 anos se consolidou como jogador no tricolor paulista sendo capitão do time campeão da CONMEBOL Libertadores em 2005 e é considerado um ídolo do clube.

O mítico estádio Morumbi se despediu de uma das suas últimas máximas referências, logo do empate com o Bahia. Lugano teve uma passagem extraordinária durante sua primeira etapa no clube, alcançando conquistas importantes como a CONMEBOL Libertadores 2005 e nesse mesmo ano guiou o São Paulo ao topo mundial, com a conquista do Mundial de Clubes.

“Eu sinto uma paz interior porque eu dei tudo para este clube, ao qual eu devo muito. Cheguei ao time uruguaio graças ao São Paulo, fui à Europa e resolvi minha vida econômica graças ao São Paulo. Estou eternamente grato. Como sempre falo aos fãs: obrigado por tudo e desculpe por tão pouco ", disse o uruguaio, depois da sua última partida.

Lugano caracteriza-se por ter um jogo forte, de enorme hieraquia e perspicaz na marcação, ademais do seu domínio imponente no jogo aéreo e sua capacidade de liderança. “Ainda não decidi o que vou fazer. Em alguns dias sairei deste turbilhão de emoções e poderei decidir com mais calma", disse o uruguaio sobre sua decisão de pendurar definitivamente as chuteiras.

Nascido e criado em Canelones, Uruguai, o defesa destacou-se com a Celeste, usando o cinto de capitão, ganhando a Copa América 2011 e jogando dois mundiais. Conseguiu seu maior brilho como zagueiro central no São Paulo, onde no nível local foi campeão do Brasileirão em 2006 e do campeonato Paulista no mesmo ano.

Conhecido como 'La Tota', ele chegou ao Tricolor pela primeira vez em 2003 e ficou até 2006 para retornar em 2016, depois de sua turnê pela Europa, onde ele jogou para times como o Fenerbahce turco, o París Saint-Germain, o Málaga espanhol, o West Bromwich inglês, o sueco BK Häcken e o Cerro Porteño paraguaio.

“Nunca se sabe o momento de parar ou não. Tenho a oferta do clube para ficar no Departamento Técnico, mas ainda não decidi. Tenho medo de tomar uma decisão apressada e não poder voltar atrás. Preciso de tempo para pensar, para ver se tenho a necessidade ou não (de seguir jogando). Os últimos meses aqui foram tão lindos e intensos que não pensei em mim e também não quis. Queria dedicar-me inteiramente ao momento", explicou.

 

 

 

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