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Talentos da CONMEBOL de toda América Latina com a mira no Mundial da Rússia

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Talentos da CONMEBOL de toda América Latina com a mira no Mundial da Rússia

Enner Valencia pasó del West Ham inglés a Tigres de México

Vários jogadores que habitualmente são convocados em sua seleção decidiram mudar de ares, em busca de minutos que lhe possibilitem estar na órbita do selecionador para que, desta maneira, garantir presença na Copa do Mundo do ano que vem, na Rússia.

O mercado sul-americano se dinamiza com o retorno de grandes estrelas, alguns voltam para encerrar suas carreiras; outros o fazem de maneira estratégica. Existe o caso de futebolistas que desejam dar o passo grande em Ligas de poderio econômico como em alguma da Europa ou China, porém ao não concretizar se decantam no futebol da Argentina, Brasil e México, os mais potentes da zona, monetariamente.

-Mira na Rússia-

A competição por chegar à Rússia 2018 é feroz, e nenhum jogador quer perder a chance.

Entre eles, Enner Valencia, um habilidoso atacante da seleção equatoriana, saiu com pouca rodagem do West Ham inglês, trás passar de empréstimo na última temporada do Everton, para somar-se aos Tigres do México, onde joga o francês André-Pierre Gignac.

Assim também o colombiano Edwin Cardona deixou o futebol mexicano para provar a sorte na Argentina, defendendo as cores do último campeão, Boca Juniors. Cardona é um volante considerado por Pékerman em várias convocatorias e deseja ganhar mais ritmo de competição.

Algo similar ocorre com o volante argentino Enzo Pérez, que retornou ao seu país este mês do Valencia espanhol ao poderoso River Plate e estará mais perto da mira do técnico Jorge Sampaoli.

O veterano uruguaio Egidio Árevalo Ríos, de 35 anos, com minutos contados nos Xolos do México, chegou Racing da Argentina, o decimo sétimo clube de sua carreira, para estar ao lado de seu país e também do trenador charrúa, Oscar Tabárez.

- Atração da LIBERTADORES -

Com uma Libertadores com novo formato e maiores incentivos econômicos, as equipes sul-americanas apontam com maior frequência ao torneio de clubes mais antigo do mundo. Na atual edição podem incorporar até seis jogadores para as oitavas de final. E alguns não desaproveitam a nova cláusula.

Os poderosos Botafogo do Brasil e os argentinos River e San Lorenzo, três dos que ganharam suas partidas de ida de Oitavas, e o também brasileiro Palmeiras, foram os que abriram generosamente entraram na definição dessa instância, em agosto.

O conjunto carioca fichou o centrocampista Leonardo Valencia, do chileno Palestino, que foi vice-campeão com La Roja na recente Copa das Confederações.

"A tradição do clube e a oportunidade de jogar uma Libertadores pesaram na minha decisão", sustentou Valencia, resumindo aos seus colegas da região.

Seus compatriotas do Palmeiras, vigente campeão brasileiro, repatriaram do Levante ao atacante Deyverson, de 26 anos.

Além de Enzo Pérez, os 'millonarios' incorporaram o atacante Ignacio Scocco, figura no Newell's Old Boys, o selecionado Javier Pinola e o goleiro Germán Lux, que após 11 anos na Espanha voltou ao seu clube de origem.

San Lorenzo vai se apresentar na volta das Oitavas com novas caras, entre elas do defesa Gonzalo Rodríguez, um jogador “da casa”, que retorna trás disputar várias temporadas na Itália e Espanha e, porque não, para ganhar a  Sampaoli.

Também do Valencia, o brasileiro e experiente goleiro Diego Alves, deixou o clube espanhol para voltar ao seu país e ingressar ao popular Flamengo.

Depois de muito tempo, Colômbia ficou sem representantes nas oitavas da LIBERTADORES.

Atlético Junior quer por fim na hegemonia do Atlético Nacional e realizou novas contratações, como a do atacante Teo Gutiérrez, que regressou do argentino Rosario Central e de Yimmi Chará, desde o Monterrey do México.

-Estabilidade econômica-

Sebastián Driussi, um prometedor atacante argentino de 21 anos, saiu do River Plate para o russo Zenit, tornando-se em na mais elevada transferência dos albicelestes após a saída de Javier Saviola ao Barcelona.

Outro atacante, Gustavo Bou (27 anos), também deixou o Racing da Argentina para assinar com os ‘Xolos’ do México, integrando o lote das mais altas transferências neste recesso.

Jogadores que deixam grandes clubes do futebol argentino, River e Racing, migram para mercados com menor superlatividade esportiva, buscando maior estabilidade econômica.

 

 

 

CONMEBOL.com

Con información de AFP