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Argentina atropela Equador e garante vaga nas semifinais

Argentina atropela Equador e garante vaga nas semifinais

Argentina deu mais um passo à frente neste sábado ao golear o Equador por 3-0 e classificar para as semifinais da CONMEBOL Copa América 2021, onde confrontará a Colômbia na terça-feira.

Lionel Messi deu as assistências para que Rodrigo De Paul (40) e Lautaro Martínez (84) anotassem os dois primeiros gols no estádio Olímpico de Goiânia, e ainda concretizou sua noite de luxo com um tiro livre perfeito nos acréscimos.

O '10' deu os toques de qualidade que permitiram a 'Alviceleste' cumprir com a história, contra um Equador dirigido pelo argentino Gustavo Alfaro, que lutou com personalidade, porém caiu no final.

Nesta terça-feira, no estádio Mané Garrincha de Brasília, Argentina disputará pelo passe à grande final no mítico Maracanã contra uma Colômbia que eliminou o Uruguai nos pênaltis por 4-2.

-Números do jogo-

  • Argentina nunca perdeu do Equador na Copa América em 16 partidas (11V 5E). É o terceiro maior invicto da seleção alviceleste (Chile-29 e Paraguai-26).
  • Lionel Scaloni igualou Marcelo Bielsa como o segundo invicto mais longo na história da seleção argentina com 18 jogos invicto (11V 7E). Só abaixo de Alfio Basile: 33 partidas invicto entre 1991 e 1993.
  • Lionel Messi é o máximo artilheiro da CONMEBOL Copa América (4), o único jogador que fez gols de tiro livre direto na competição (2) e é a primeira vez em sua carreira que faz 2 gols de falta direta em uma mesma edição da CONMEBOL Copa América.
  • Lionel Messi, é o jogador com mais assistências na CONMEBOL Copa América (4), assistiu os 2 primeiros gols da Argentina: é a primeira vez que dá duas assistências em um encontro da Argentina desde a derrota de 4-3 contra a França no Mundial da Rússia de 2018. E é a primeira vez que assiste em 2 jogos consecutivos desde 2016 (x Venezuela e x Estados Unidos na Copa América 2016).
  • Argentina finalizou 21 vezes na vitória sobre o Equador: é o maior número de disparos realizados em um jogo na era de Lionel Scaloni.

 

 

 

 

AFP/OPTA