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Boca Juniors campeão da Copa Libertadores 1977

Ao iniciar em 1976 e com cinco anos sem poder gritar campeão, Boca Juniors decidiu incorporar o técnico Juan Carlos Lorenzo, homem de profunda experiência e com vários êxitos a seu favor. As alegrias foram imediatas, ganhou os dois torneios locais daquele ano e a classificação para a Copa Libertadores, o antigo sonho da instituição. 

Ao iniciar em 1976 e com cinco anos sem poder gritar campeão, Boca Juniors decidiu incorporar o técnico Juan Carlos Lorenzo, homem de profunda experiência e com vários êxitos a seu favor. As alegrias foram imediatas, ganhou os dois torneios locais daquele ano e a classificação para a Copa Libertadores, o antigo sonho da instituição. 

O time se mostrava bastante equilibrada, com um prognóstico reservado em relação com quem seria o vencedor e o único que teria o direito de avançar para as semifinais. Ali estavam: Peñarol, Defensor Sporting e o rival de toda a vida, River Plate. Superaram com firmeza e sem vacilos, conseguindo 10 pontos dos 12 em jogo e sem receber gols. 

Essa solvência se ampliou na zona semifinal que dividiu com o Deportivo Cali e Libertad. Carimbou o passaporte para a final com a decisiva vitória obtida em Assunção na segunda jornada por 1-0 com gol de Mario Zanabria. A partir de uma defesa quase impenetrável saindo de memória (Gatti – Pernía – Sa – Mouzo – Tarantini) o time se tornava cada vez mais forte. O meio-campo era parelho quanto as funções e rendimento: o capitão Suñé no clássico número 5, experiente e líder, Mario Zanbaria na função de criador e Jorge “chino” Benítez, com uma grande dinâmica. A equipe dianteira contava com um zagueiro implacável, Mastrángelo, acompanhado da sabedoria de Veglio e com a velocidade de Felman.

Na “Bombonera” foi realizada a primeira final e a vitória veio com o gol de Veglio no dia 6 de setembro. A revanche aconteceu no dia 11 no Mineirão, onde os locais venceram com o golaço de Nelinho. O dia de glória foi no dia 14 em pleno Centenário de Montevidéu, perante 60.000 pessoas que torceram sem parar para um Boca que vestia uma casaca de cor branca. Após o empate 0-0 no final dos 120 minutos chegou a definição por pênaltis onde os nove primeiros marcaram: Mouzo, Darcy Menezes, Tesare, Neca, Zanabria, Morais, Pernía, Livio e Felman. Até o momento quando Gatti segurou o disparo de Vanderley e Boca entrava na história da Copa Libertadores da América.

Formações:

Boca Juniors: Hugo Gatti, Vicente Pernía, José Luis Tesare, Roberto Mouzo, Alberto Tarantini, Jorge Benítez (Jorge Ribolzi) (Daniel Pavón), Rubén Suñé, Mario Zanabria, Ernesto Mastrángelo, Carlos Veglio, Darío Felman. DT: Juan Carlos Lorenzo.

Cruzeiro: Raul, Nelinho (Mariano), Morais, Darcy Menezes, Vanderley, Zé Carlos, Eduardo, Ely Carlos (Livio), Ely Mendes, Neca, Joazinho. DT: Yustrich

Eduardo Bolaños/conmebol.com

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