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Chile: 5 perguntas e 5 respostas para uma final

A página oficial da FIFA separa hoje em 5 preguntas e 5 respostas a vitória da ‘Roja’ ante Portugal para ser finalista da Rússia 2017.

– 1. Chile evoluiu com respeito o seu jogo prévio?

– Sim. Recuperou seu funcionamento coletivo e o manejo fino da bola, o que permitiu controlar os tempos de jogo, além de adoçar suas energias. Assim, terminou cansado, porém inteiro, procurando o jogo melhor que seu rival. O técnico não precisou fazer suas quatro trocas.

– Juan Pizzi: “Acho que fizemos méritos para ganhar. Tivemos mais e melhores chances, sobre tudo na prorrogação… Era difícil fazer trocas, porque podíamos desestabilizar o bom jogo que estávamos fazendo. Somos justos finalistas”.

– 2. Cumpriu com seus objetivos defensivos?

– Sim. Branqueou um atacante cheio de gol e um jogador em graça como Cristiano! Além de cortar os caminhos até ele, o obrigaram a receber longe e incômodo. Os relevos forram fundamentais: Chile retrocedeu quase sempre bem e deu poucas opções para Portugal.

– Jean Beausejour: “Conseguimos por ser consequentes com a ideia de sempre, que é ser protagonistas e ter a bola, atacando quando é conveniente com os cuidados necessários”.

– 3. Cumpriu com seus objetivos ofensivos?

– Não. Voltou a falhar em traduzir seus melhores momentos em gols. O rival joga e tem goleiro, porém é inevitável que a equipe marcou só 2 nos últimos 300 minutos. Ainda assim, sua vocação ofensiva serviu para jogar longe do gol e, com tempos, descansar com a bola.

– Pizzi: “Vou me preocupar mais no dia que não gerarmos as oportunidades… Nos pênaltis, por sorte, tivemos certeza e muita contundência”.

– 4. As estrelas deram a cara?

– Sim. Claudio Bravo brilhou nos pênaltis, porém foi também fundamental no jogo. Arturo Vidal, como faz para estar em tantos lugares ao mesmo tempo? Alexis Sánchez, porém deu um passe a gol e acertou nos pênaltis. Menção aparte para um dos heróis do silêncio: Charles Aránguiz fez tudo muito bem.

– Bravo: “Os pênaltis não são uma roleta, é trabalho, muita informação e inteligência além das condições que cada um possa ter. Eu sabia qual era o meu trabalho… Porém todos fizemos um trabalho perfeito para vencer o campeão da Europa, que não é pouca coisa”.

 

– 5. Deixou atrás a síndrome de ‘Pinilla’ como prova de sua mentalidade?

– Sim. No Mundial de 2014, também no dia 28 de junho, porém ante Brasil nas oitavas, Mauricio Pinilla rematou na trave aos 119′ e logo Chile perdeu nos pênaltis. Aqui, trás a dupla chave Vidal e Martín Rodríguez aos 118′, não faltou quem lembrasse daquela jogada e seu impacto na fase posterior. Como prova da mentalidade deste grupo, desta vez o final foi diferente.

– Vidal: “Esta seleção, como sempre demonstrou tudo, em momentos difíceis pega o melhor que tem: a união, o compromisso e o coração de chileno”.

 

 

 

 

FIFA.com

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