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Peru e sua última escala para realizar um sonho mundial

A Seleção do Peru vive um momento mais do que esplêndido nas #EliminatóriasCONMEBOL, quebrando qualquer paradigma. Três vitórias consecutivas colocam o time inca na zona de classificação direta, com duas fases restantes, o que faz todo o país sonhar com um ingresso para a Copa do Mundo de 2018 após uma ausência de 36 anos.

Parece que o despertar peruano na Eliminatória veio no tempo exato, depois de resultados alternativos, ele foi capaz de recompor as peças com base em uma mistura entre experiência e juventude, para forjar esse grande retorno que o deixa próximo da Copa do Mundo.

A equipe Bicolor não participou de um Mundial desde a Espanha 1982, uma das etapas mais doces do futebol peruano com jogadores como Julio César Uribe, Juan Carlos Oblitas ou o próprio Teófilo Cubillas, que fez toda a América do Sul vibrar com sua qualidade.

Hoje, esse mesmo capítulo de ouro pode ser repetido, graças à força e perseverança da equipe, que deu triunfos categóricos para consolidar na tabela de posições: Peru venceu por 2-1 do Equador no mesmo Atahualpa, dando o golpe que o deixa em quarta posição – classificação direta -, esse resultado foi apoiado por suas duas vitórias anteriores contra Uruguai e Bolívia pelo mesmo placar em sua fortaleza de Lima.

-A combinação perfeita-

A banda vermelha teve a sua primeira combinação perfeita na Fase 7, quase um ano atrás, quando em La Paz superou a Bolívia por 3-0 no Hernando Siles, e derrotou no Estádio Nacional de Lima o seu par Equador por 2-1.

Depois de empatar contra a Argentina e perder ante o Chile, uma vitória estratégica e impulsiva contra o Paraguai – um rival direto – no Estádio Defensores del Chaco por 4-1, as aspirações se renovaram devolvendo brilho e cor.

13 dos últimos 18 pontos
Quatro partidas sem perder

Não é um sonho.
Peru acorda em classificação direta à #Rusia2018  pic.twitter.com/4EFK2kDknD

— #Eliminatórias (@fifaworldcup_es) 6 de setembro de 2017

A escalada histórica peruana teve seu maior impulso com a revirada ante o Uruguai no nacional de Lima, quando o encontro elevou-se com um gol do charrúa Carlos Sánchez, o indomável goleador inca, Paolo Guerrero, levou as rédeas e guiou a equipe a um triunfo, que ocorreu com um tanto de Edison Flores.

De lá surgiu o combo perfeito, nas Fases 15 e 16, a Verde foi vítima da eficiência inca e acabou perdendo por 2-1. O mesmo resultado a levou para Quito, onde a Tri não conseguiu com o Peru e perdeu de local.

Um total de 13 pontos dos últimos 18, uma eficiência que lhe permite hoje de ocupar com 24 pontos a zona de classificação direta e faltando tão pouco para chegar à Copa do Mundo na Rússia no ano seguinte.

-Olhos de tigre-

Peru encontrou o efeito necessário nas habilidades do DT argentino Ricardo Gareca, um homem comprometido em desenvolver a motivação do jogador. Com o bom tino, ele vigorou o sangue da nova seleção peruana com a experiência.

A capitania de Paolo Guerrero (33 anos) e a fortaleza de Jefferson Farfán (32 anos), são talvez os pilares do time de ‘Tigre’ Gareca. Adicionando aos novos valores como Edison Flores, Raúl Ruidiaz, Christian Cueva até mesmo André Carrillo.

“Estamos fzendo história, mas ainda falta muito”, opina o capitão Guerrero sobre as vitórias conquistadas.

Uma equipe compacta, harmoniosa e que mantém sua própria cadência, a seleção do Peru, perto do céu, mas mantendo os pés no chão: “Temos uma forma de jogar, temos algo definido e bons jogadores. Isso é importante para a equipe peruana neste trecho final. Vamos passo a passo”, declara Gareca, em relação ao bom momento da equipe Bicolor.

“Temos a matéria prima. Também jogadores realmente bons de qualquer ponto de vista e sabemos que podemos contar com eles”, continuou o estrategista, fiel ao seu estilo cauteloso, sabendo que ainda faltam duas fases complexas – Argentina (V) e Colômbia (L), onde nada está escrito. No entanto, ninguém tira o sonho da nação peruana, que quer ver sua equipe em uma Copa do Mundo, após 36 anos de ausência.

 

CONMEBOL.com

 

 

 

 

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