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Scaloni: “É impossível não se emocionar representando esta camiseta”

 
  • Na prévia da Finalíssima, o técnico da seleção argentina falou com a CONMEBOL.com com exclusividade.
  • Anedotas, atualidade do rival, sua relação com seus técnicos e o que significa vestir a camisa da seleção foram alguns dos tópicos na preparação para o grande jogo.

O vínculo entre Lionel Scaloni e a seleção argentina parece destinado a grandeza. Desde suas convocações às divisões juvenis até se tornar técnico que consagrou pela primeira vez o título desde 1993 de uma CONMEBOL Copa América, reviveu tempos memoráveis nesta entrevista, na prévia da Finalíssima.

Com uma filosofia bastante pragmática, o DT não esconde seu desejo de continuar a série de vitórias, que conseguiu estender durante 31 partidas, um recorde mundial em nível de seleções.

E, justamente nesta quarta-feira, poderá estender sua racha de vitórias contra a Itália, um futebol que conhece perfeitamente bem e onde atuou como jogador. Sem tirar nenhum crédito de seus adversários, reconheceu que, apesar de sua ausência na Copa do Mundo, “eles são sempre uma potência”.

“Por causa de coisas do futebol, hoje não está. Mas sem dúvida, se estivesse na Copa do Mundo seria uma das candidatas ao título, pela cultura futebolística”, disse Scaloni, ex-jogador da Lazio e do Atalanta.

Questionado sobre o estado atual da seleção, ele reconheceu que agora vê seus jogadores “muito mais serenos e com maior convicção para alcançar os objetivos”, no entanto, considera injusto que as conquistas desta geração ao longo dos últimos anos não sejam reconhecidas, porque “chegar a três finais não é fácil”.

“Vestir esta camisa. Ver as pessoas nas arquibancadas cantando o hino é um momento inesquecível na carreira de um jogador e são momentos aos quais você nunca termina de se acostumar. É impossível não se emocionar nesse momento”, revelou.

Além disso, o DT contou anedotas de seu tempo como jogador da ‘Albiceleste’, e também falou sobre a maturidade do atual capitão da seleção argentina, Lionel Messi, que ele considera “um jogador muito melhor agora do que era antes”.

“Antes era impressionante, ele passava para qualquer um e fazia o que quisesse com a bola. E agora entende muito mais o jogo”, destacou o treinador.

Sobre Messi, lembrou de seus encontros quando era jogador. “Como adversário, sofri jogando contra ele e sempre perdemos. E como companheiro de equipe, sempre me dei bem (com ele) antes da Copa do Mundo de 2006 e até o fim”, lembrou.

A Finalíssima é um duelo único entre os campeões da Europa e da América do Sul, no âmbito de um acordo estratégico entre a União das Federações Europeias de Futebol (UEFA) e a Confederação Sul-Americana de Futebol (CONMEBOL), que assinaram um Memorando de Entendimento em 15 de dezembro de 2021.

CONMEBOL.com

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