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Abreu, ‘el Loco’ que freou os corações celestes

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Hoje, faz exatamente 10 anos, foi disputado um dos jogos mais emocionantes da história dos mundiais. Foi na África do Sul 2010, onde a seleção do Uruguai conseguiu seu passe às semifinais derrotando Gana nos pênaltis, com o protagonismo de Sebastián ‘el Loco’ Abreu.

Todos lembram desse jogo, que pode ser definido em grandes tópicos: o gol de Muntari; o empate de Diego Forlán, logo de um disparo de tiro livre; tempo extra; a mão e expulsão de Suarez na última jogada do jogo; o pênalti errado de Gyan; execução desde os doze passos e a elegante definição de Abreu.

“Há jogadores para ganhar os torneios e outros para os momentos decisivos”, argumenta o próprio atacante, hoje atual jogador e treinador do Boston River.

Homem recorde, goleador de pura cepa e viajante, Sebastián Washington Abreu, é bem conhecido pelas suas excêntricas definições.

Estava designado para chutar o terceiro pênalti, porém ele decidiu rematar o último. Como se tivesse visto o filme em sua cabeça. Abreu tinha que anotar para a classificação charrua às semifinais e conseguiu, no seu fiel estilo, que fez parar o coração de milhares de uruguaios.

“Temos que ter claro que o objetivo é fazer gol, que a bola acabe dentro, e para isso temos que desconcentrar o goleiro, ir contra a lógica. Não é uma loucura, é classe”, explica Abreu.

A Celeste venceu os africanos nos pênaltis por 4-2 e Abreu ficou na história dos mundiais e ele mesmo diz que sua vida mudou, apesar de sua longa trajetória, já que cada vez que um pênalti for cobrado desta forma, lembrarão dele e seu gol ficará em cada resumo de jogadas destacadas da competição.

Além daquele jogo, o atacante também recordou o festejo dos uruguaios quando voltaram ao país. Milhares de pessoas na Plaza Independencia cantando, agradecendo e reconhecendo o esforço dos seus jogadores apesar de não ter pendurada a medalha de campeões. A Celeste terminou no quarto lugar.

“Nunca mais vou poder viver uma coisa assim dessa maneira tão efusiva, emocionante, transmitir desde a sinceridade o carinho, afeto, a sinceridade”, concluiu.

 

 

 

 

 

CONMEBOL.com

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