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A aprendizagem da Roja para o futuro

Três finais em três anos, duas vencidas e uma perdida, esse é o saldo da sólida seleção chilena, que não deixa de crescer, porém ainda resta uma coisa por aprender a dizer: “Temos que continuar aprendendo das seleções potentes”, diz Claudio Bravo, craque e escolhido como melhor goleiro da Copa Confederações, onde a Roja terminou como vice-campeã, trás perder contra Alemanha por 1-0.

O prestigioso meio americano, The New York Times, realizou um análise de aprendizagem da seleção sul-americana, dizendo que no meio da ansiedade, sempre há alguma coisa por aprender para o futuro que são as Eliminatórias CONMEBOL e posteriormente, no Mundial da Rússia 2018.

Alemanha ganhou o último Mundial do Brasil 2014. No sábado passado conseguiu também a Eurocopa Sub-21. E uma seleção reserva, de 24 anos de idade como média, venceu Chile no domingo, que tem uma média de cinco anos maior. Bravo e seus companheiros, que lutaram até o último segundo pelo empate, demonstraram que, efetivamente, aprendem lições. Terminada a final, mantiveram saus medalhas de vice-campeões penduradas no peito e logo, retribuindo o gesto alemão, fizeram um “pasillo” para homenagear o ganhador, diz NYT.

No jogo final, o gol alemão é um martelaço para Chile. A Roja perde precisão e Alemanha justifica sua vantagem. Desperdiça quatro situações claras nos minutos seguintes. Nos vinte minutos finais, a Roja, esgotada fisicamente, puro coração, é uma trombada. Brilla Charles Aranguiz (surpreendetemente substituído aos 83 minutos pelo diretor técnico argentino Juan Antonio Pizzi).

-Retorno à casa do Chile –

A equipe da Roja, com a exceção de Arturo Vidal e Alexis Sánchez, que ficaram na Europa, chegou em Santiago de Chile aproximadamente ao meio-dia desta última terça-feira. O momento motivador foi quando Marcelo Díaz, o meio-campista que tiraram a bola antes do gol que deu a vitória à Alemanha na final, deu sua camisa a um torcedor que o esperou no aeroporto com um cartaz de apoio que dizia “Vamos Grande Aduana, Marcelo Díaz 21”.

Nos dois jornais de maior influência no Chile houve diversos artigos analisando a atuação no Torneio dos Campeões. Um deles, do ex-técnico Juvenal Olmos.

Para Rússia 2018, Olmos disse que, entre todas as virtudes a equipe tem, “há pequenos detalhes que, se forem aperfeiçoados, avançariam muito no seu aperfeiçoamento”. Um deles, segundo o ex-técnico, é que a La Roja precisa de “um especialista da área que consiga capitalizar a verdadeira avalanche de ocasiões que Chile gera durante os 90 minutos”.

 

 

The New York Times

FIFA:com

Edição: CONMEBOL.com

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