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Vidal: “Temos muita vontade de entrar no campo, deixar o coração e levar o troféu ao Chile”

Arturo Vidal, um dos craques da seleção chilena que neste domingo disputará a final da Copa das Confederações em São Petersburgo, insistiu neste sábado que os jogadores que formam a equipe alemã no torneio russo “são ou estão melhor que os que faltam”.

“Desde o começo do torneio dava para ver que iam ser finalistas, nós também se nos esforçássemos”, insistiu o meio-campista, que compareceu na roda de imprensa junto com o técnico Juan Antonio Pizzi.

Chile, a seleção mais veterana do torneio (média de 29 anos) e com um grupo de jogadores que competem juntos há vários anos, enfrenta Alemanha, a equipe mais jovem (24 anos), com um conjunto de jogadores que substituiu os habituais e que se juntou pela primeira vez antes da Confederações.

“A união deste grupo e a idade é um ponto a favor para nós, além das duas finais (da Copa América). Veremos se amanhã podemos refletir no campo que conhecemos desde faz muito tempo”, disse o jogador do Bayern de Munique.

“Meus companheiros estão felizes, com muita fome de continuar ganhando coisas, temos tantas vontades de entrar no campo, deixar o coração e levar o troféu ao Chile”, disse Vidal.

“Pizzi chegou no melhor momento, trás um processo exitoso, confiou em nós e com trabalho, esfoço e sacrificio levamos a seleção ao topo do mundo”, disse sobre o técnico com a qual ganharam a segunda Copa América (2016).

Os sobrerviventes de 2007

Finalmente lembrou com carinho de como eles viam quando os membros da equipe que terminou em terceiro lugar no Mundial Sub-20 de 2007 diziam que seu objetivo era levantar o título mundial absoluto.

“Me lembro bem claramente, quando Alexis (Sánchez) dizia. Todos se assustavam do que diziam sobre os que estávamos naquela seleção. Se amanhã ganhamos será uma mensagem muito forte para o resto das seleções, não iremos para passear no Mundial (2018), iremos para ganha-lo, se classificamos, que sobram alguns pontos”, disse.

“Ganhamos da Argentina por dois anos seguidos, do Portugal (nas semifinais) e se amanhã ganhamos seremos a melhor equipe do mundo”, disse Vidal.

“Minha mentalidade e minha personalidade é de ser um ganhador, isso é o que me levou a estar onde estou hoje, nesta seleção e no Bayern de Munique, o melhor clube do mundo para mim. Sem fome e sem personalidade não poderia ter sido jogador”, disse.

 

AFP

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