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Ronaldinho-Jô-Tardelli, trio de ataque certeiro para o Atlético Mineiro

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O Atlético Mineiro, que começa sua participação no Mundial de Clubes de Marrocos na quarta-feira em Marrakech, nas semifinais contra Monterrey ou Raja Casablanca, enfrentará a competição com um trio no ataque que é tiro e queda: Ronaldinho, Jô e Diego Tardelli.

O Atlético Mineiro, que começa sua participação no Mundial de Clubes de Marrocos na quarta-feira em Marrakech, nas semifinais contra Monterrey ou Raja Casablanca, enfrentará a competição com um trio no ataque que é tiro e queda: Ronaldinho, Jô e Diego Tardelli.
Jô e Tardelli foram os dois máximos goleadores da Libertadores, na qual o Atlético Mineiro se impôs com sete e seis tantos respectivamente.
Desde que voltou ao Atlético Mineiro, depois de um período no Catar, Tardelli marcou 17 gols em 50 jogos com o Galo.
Seu sonho seria marcar algum gol no Mundial de Clubes e garantir um lugar na seleção brasileira para o Mundial de 2014. O atacante de 28 anos disputou cinco jogos com a verde-amarela, sem marcar nenhum gol.
Boas atuações, gols e o título mundial pelo Atlético podem ter um significado extra para Diego Tardelli. Ele ainda sonha com a Copa do Mundo, mesmo que não venha sendo chamado por Luiz Felipe Scolari. E acredita que seu trampolim pode estar no Marrocos.
Antes do Catar, esteve em vários clubes na Europa, como o Betis espanhol, o PSV Eindhoven e Anzhi Makhachkala russo.
Cuca, treinador do Atlético Mineiro, conta com sua versatilidade para jogar como centroavante ou segundo atacante.
“O Mundial de Clubes é uma competição importante para nós sul-americanos”, afirmou Tardelli antes de ir a Marrocos. “Temos tudo para fazer uma grande competição. Teremos torcedores nossos em Marrocos e nós do Atlético achamos que podemos ganhar o título”, disse.
Jô, dois anos mais jovem que Tardelli, conseguiu ganhar a confiança de Luiz Felipe Scolari.
Em junho de 2013, uma lesão de Leandro Damião permitiu substitui-lo e jogar na Copa das Confederações, chegando a disputar contra o Japão e México e marcou um gol em cada um dos dois jogos. Em amistosos posteriores, marcou dois contra a Austrália e um contra Portugal.
Em 61 jogos com o Galo fez 28 gols enquanto que, com a seleção brasileira, leva cinco em catorze encontros.
Apesar de só ter 26 anos, conta com experiência na Europa, ao ter jogado entre 2008 e 2011 com o Manchester City, Everton e Galatasaray.
“Nossa lista tem muita qualidade. Temos muitos internacionais com a seleção brasileira, além de mim, como Victor, Rever, Leo, Josué ou Tardelli, sem esquecer do Ronaldinho, que foi duas vezes melhor jogador do mundo”, lembrou o atacante em Marrakech.
Pouco atrás deles, para jogar com a bola, mesmo que também para marcar gols, está Ronaldinho, que anotou no último jogo do Atlético Mineiro antes de viajar a Marrocos, no empate contra o Vitória (2-2).
A estrela brasileira conseguiu se recuperar a tempo, após dois meses lesionado, para viajar a Marrocos, onde vai buscar o último título que falta em suas conquistas, e tomar a revanche da final perdida em 2006 no Japão com o Barcelona ante o Internacional de Porto Alegre.

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