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Situações de análise VAR: Boca Juniors x Santos

Situações de análise VAR: Boca Juniors x Santos

Compartilhamos este material de caráter didático que serve como esclarecimento e descrição de situações relacionadas com o futebol baseadas no Protocolo VAR e Regras de Jogo das partidas correspondentes à CONMEBOL Libertadores 2020.

JOGO: BOCA JUNIORS x SANTOS

ESTÁDIO: ALBERTO J. ARMANDO “LA BOMBONERA”

CIDADE: BUENOS AIRES

DATA: 06/01/20212

MINUTO: 51'

Aspectos considerados: MÃO

INFRAÇÃO DE MÃO

NÃO será considerada infração quando a bola toque a mão ou o braço:

  1. Se provém diretamente da cabeça ou do corpo (incluído o pé) do próprio jogador;
  2. Se provém diretamente da cabeça ou do corpo (incluído o pé) de outro jogador;
  3. Se a mão ou o braço estiver perto do corpo e não se estiver em uma posição antinatural com a qual consiga ocupar mais espaço;
  4. Se o jogador cair e a mão ou o braço ficar entre o corpo e o ponto de apoio no solo, porém não distanciados do corpo de lado ou verticalmente.

2-Decisões arbitrais

O árbitro tomará suas decisões segundo seu critério de acordo com as Regras de Jogo e ao espírito do futebol. As decisões do árbitro serão baseadas na opinião deste último, quem terá o poder discricionário para tomar as decisões adequadas dentro do marco das Regras de Jogo. (Pág. 71 Regras de Jogo)

3-VAR

1 . Princípios

A atuação dos VAR em jogos de futebol está baseada em uma série de princípios que deverão ser aplicados em sua totalidade em todos os jogos onde intervenham:

1. O árbitro assistente de vídeo (VAR) é um membro da equipe arbitral com acesso independente às imagens da retransmissão do jogo; o VAR só pode ajudar o árbitro no caso de que seja produzido um «erro claro, óbvio e manifesto» ou um «incidente grave inadvertido» em relação ao:

a. gol/não gol;

b. pênalti/não pênalti;

c. cartão vermelho direto (não assim o segundo cartão amarelo/admoestação);

d. confusão de identidade (quando o árbitro admoesta ou expulsa o jogador errado da equipe infratora).

2. O árbitro sempre deverá tomar uma decisão, em outras palavras, o árbitro não poderá omitir uma decisão e, posteriormente, recorrer ao VAR para tomá-la; poderá ser revisada a decisão de permitir que prossiga o jogo após uma suposta infração.

3. Não será modificada a decisão inicial tomada pelo árbitro a não ser que a revisão da jogada demonstre claramente que a decisão constituiu um erro claro, óbvio e manifesto.

4. Somente o árbitro poderá iniciar uma revisão; o VAR (e o resto dos membros da equipe arbitral) unicamente pode recomendar ao árbitro que esta seja realizada.

5. A decisão final será sempre do árbitro, já seja a partir da informação do VAR ou depois de ter realizado uma revisão em terreno de jogo.

6. Não há limite de tempo para o processo de revisão, já que a precisão é mais importante que a rapidez.

 

JOGO: BOCA JRS. x SANTOS

ESTÁDIO: ALBERTO J. ARMANDO “LA BOMBONERA” 

CIDADE: BUENOS AIRES

DATA: 06/01/2021

MINUTO: 74'

Aspectos considerados: Incidente Área de Pênalti

1-Regras de Jogo:

Disputa (→ challenge) Ação com a qual um jogador disputa com um adversário por uma bola próxima com o fim de roubá-la.

Distância de jogo (→ playing distance) Espaço existente entre a bola e o jogador que lhe permite manejá-la estendendo o pé ou a perna ou até saltando (no caso dos goleiros, pulando com os braços estendidos). Esta distância dependerá da envergadura física do jogador.

2-Decisões arbitrais

O árbitro tomará suas decisões segundo seu critério de acordo com as Regras de Jogo e o espírito do futebol. As decisões do árbitro serão baseadas na opinião deste último, quem terá o poder discricionário para tomar as decisões adequadas dentro do marco das Regras de Jogo. (Pág. 71 Regras de Jogo)

3-VAR

1 . Princípios

A atuação dos VAR em jogos de futebol está baseada em uma série de princípios que deverão ser aplicados em sua totalidade em todos os jogos onde intervenham:

1. O árbitro assistente de vídeo (VAR) é um membro da equipe arbitral com acesso independente às imagens da retransmissão do jogo; o VAR só pode ajudar o árbitro no caso de que seja produzido um «erro claro, óbvio e manifesto» ou um «incidente grave inadvertido» em relação ao:

a. gol/não gol;

b. pênalti/não pênalti;

c. cartão vermelho direto (não o segundo cartão amarelo/admoestação);

d. confusão de identidade (quando o árbitro admoesta ou expulsa o jogador errado da equipe infratora).

2. O árbitro sempre deverá tomar uma decisão, em outras palavras, o árbitro não poderá omitir uma decisão e, posteriormente, recorrer ao VAR para tomá-la; poderá ser revisada a decisão de permitir que prossiga o jogo após uma suposta infração.

3. Não será modificada a decisão inicial tomada pelo árbitro a não ser que a revisão da jogada demonstre claramente que a decisão constituiu um erro claro, óbvio e manifesto.

4. Somente o árbitro poderá iniciar uma revisão; o VAR (e o resto dos membros da equipe arbitral) unicamente pode recomendar ao árbitro que esta seja realizada.

5. A decisão final será sempre do árbitro, já seja a partir da informação do VAR ou depois de ter realizado uma revisão em terreno de jogo.

6. Não há limite de tempo para o processo de revisão, já que a precisão é mais importante que a rapidez.

 

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